
MAC inicia intercâmbio internacional no MMA e escala Filipe Herculano e Davi Chueng no Pancrase
Graciemag
O Martial Arts Championship (MAC) deu o pontapé inicial em seu plano de expansão e internacionalização com a confirmação de Filipe Herculano e Davi Chueng no card do Pancrase, tradicional evento japonês de MMA, marcado para o dia 8 de novembro. A participação dos atletas brasileiros integra um projeto robusto de intercâmbio voltado para o desenvolvimento de lutadores e equipes no cenário global.
Segundo o CEO do MAC, Sandro Leite, a proposta nasceu da necessidade de encontrar um modelo de expansão sustentável a médio e longo prazo, reduzindo riscos operacionais através de parcerias diretas entre organizações de diferentes países. O projeto culminou na criação da «X3 Fighting League», um formato de desafio internacional que prevê confrontos entre três representantes de cada evento, sagrando-se vencedora a organização que obtiver ao menos duas vitórias.
Projeto-piloto no Japão e imersão cultural nas artes marciais
O combate no Pancrase funcionará como um projeto-piloto parcial e não contará com cinturão em disputa. Na empreitada, Herculano e Chueng carregarão a bandeira do MAC, do Rio de Janeiro e do Brasil diante de oponentes locais. Além da experiência competitiva de alto rendimento, a viagem prevê uma imersão cultural marcante, incluindo passagens por templos sagrados das artes marciais nipônicas, como a Kodokan e o Nippon Budokan.
A iniciativa conta com suporte institucional da Secretaria de Esportes do Rio de Janeiro, gerida por Rodrigo Scorzelli. No aspecto logístico e financeiro, a organização do MAC assumiu os custos integrais de passagens aéreas, hospedagem, transporte, alimentação e auxílios extras para os atletas.
Metas de expansão internacional do MAC
A incursão pelo mercado asiático é apenas o começo da estratégia de globalização da marca. O MAC já firmou acordo com o evento norte-americano «247 Fighting» e conduz conversas avançadas com o francês «Jungle Strike». A meta estabelecida pela diretoria para o médio prazo é consolidar um calendário anual composto por três grandes edições nacionais e cinco desafios internacionais, totalizando oito eventos por temporada.
Para Sandro Leite, a iniciativa representa um salto qualitativo para o ecossistema das lutas no Brasil. «Vejo esse projeto como uma grande oportunidade de crescimento pessoal e profissional para os atletas e técnicos que participarem, além de um caminho mais saudável para a internacionalização da nossa marca», concluiu o dirigente.
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